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Inox nas Olimpíadas

Informativo nº 13 | Setembro de 2016

Inox nas Olimpíadas

Do ouro ao inox

As Olimpíadas passaram e as Paraolimpíadas ainda estão na memória. Ficou o legado para a imagem externa do Brasil e a incrível superação dos atletas com deficiência física. No território das instalações, dos equipamentos e aparelhos para a prática dos esportes, os jogos da Rio 2016 também superaram as expectativas. Poderíamos, então, lembrar da presença do inox nas Olimpíadas e Paraolimpíadas? O inox estava nas piscinas, revestidas com uma membrana de PVC e sistema de transbordamento contínuo, nos corrimãos para apoio dos paraatletas, nos pisos táteis para cegos e na acessibilidade em geral, enfim, em toda a cidade olímpica e em diversos locais do Rio de Janeiro. Nos esportes e nos símbolos, a lista parece infindável. Além dos eleitos para essa edição, daria para incluir: ciclismo, remo, natação, atletismo. Sem falar de alpinismo, montanhismo, arborismo ou mergulho, que não são olímpicos. Que venha o inox em Tóquio, em 2020.

Pira

A pira olímpica, de aço inox, o maior símbolo dos jogos, iluminou uma escultura que ficou na Candelária enquanto os atletas disputavam as medalhas da Rio 2016. A escultura cinética de aço inox que se movia com o vento, criada pelo artista americano Anthony Howe, refletia a luz da chama em placas e esferas metálicas giratórias. Outros jogos olímpicos pediram ajuda à resistência ao calor do inox em tochas e piras: Albertville (França) em 1992, Sydney em 2000, Vancouver (Canadá) em 2010 e Londres em 2012.

Aço inox: 430. As propriedades de resistência e durabilidade do inox são essenciais nessas esculturas, pois geralmente ficam ao ar livre tendo que resistir às intempéries, como mudança brusca de temperatura, maresia e chuva.

Hipismo

Cavaleiros ou amazonas, olímpicos, paraolímpicas, amadoras ou valentes montadores devem saber que o progresso da equitação deve muito à fundição dos metais. Não faz muito tempo que o hipismo como esporte competitivo conta com a ajuda especial de cabrestos (com quatro pontos), ferraduras e estribos de aço inox. Com elevada resistência à oxidação e mecânica, o inox confere às peças maior segurança aliada ao menor peso, contribuindo para aumentar a eficiência nesse esporte.

Aço inox: 304, pois possui elevada resistência mecânica, à corrosão e as intempéries.

Esgrima

Liberta da tradição militar ou do duelo de capa e espada, a esgrima figura como um dos cinco esportes presentes em todas as olimpíadas modernas. Em todas as modalidades - espada, florete e sabre – o inox veste os esgrimistas da cabeça ao torso. Na máscara, que precisa resistir a golpes de 1600 newtons e nas jaquetas lamé, desenhadas para conduzir eletricidade e aguentar estocadas de até 800 newtons/cm2. A fina malha da jaqueta precisa ser durável e lavável.

Aço inox: 304, por conta da sua elevada resistência mecânica.

Iatismo

Como esporte olímpico, o iatismo incorporou uma quantidade significativa de novos materiais como os cabos de aço inox, na década de 60. Para resistir à oxidação, o aço inox 316 com níquel ou um inox com ligas mais leves – em iatismo, cada grama a menos conta – resolvem e funcionam em peças como molinetes, esticadores, cunhos, ganchos de pressão e âncoras.

Aço inox: 304, indicado para águas doces; 316, indicado para água salgada, pois no ambiente salino é recomendado material com adição de molibdênio e maior resistência à corrosão.

Golfe

Mesmo quem não joga sabe que conseguir acertar o centro do taco na bola de golfe sem arrancar um tapete de grama não é tarefa fácil. Mas os profissionais reconhecem o inox 430 como um material de excelência na fabricação de cabeças de tacos. Muitas vezes praticado em ambientes úmidos, o inox oferece resistência à corrosão a favor das melhores tacadas.

Aço inox: 430, pois possui excelente brilho e apelo estético.


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