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Estudo para troca de banheiros químicos termina em até 45 dias

09/08/2018 | A Tarde

Equipamentos instalados na praia de Jardim de Alah

Alvos de queixas de usuários por causa de sujeira, os sanitários químicos da cidade poderão estar com dias contados. Pelo menos parte deles. É que a prefeitura de Salvador iniciou em fevereiro deste ano um “estudo técnico” para a abertura de um processo licitatório para substituir eles por equipamentos “do tipo inox”. O prazo, segundo a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), é de cerca de 45 dias para conclusão do estudo.

Por meio de nota, a Semop informou que os de tipo inox são aqueles dois instalados na praça do Campo Grande. No entanto, a licitação somente será lançada após a finalização desse estudo.

No entanto, a secretaria ainda não sabe quantos equipamentos serão substituídos. “As informações de quantidade, valor e locais serão divulgadas após o estudo, ao longo desse processo”, ressaltou, por meio de nota, a Semop.

O objeto da licitação, ainda conforme a secretaria, será “o projeto mais adequado para a cidade, dentro de suas características, para depois finalizar com a parte de custos”. Os locais que receberão os novos equipamentos serão “estratégicos”, como praças e áreas de grande circulação de pedestres. “Esses equipamentos necessitam de espaços adequados com pontos de energia, água e esgoto, por exemplo”, acrescentou, em nota, a Semop.

De acordo com a Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb), que é vinculada à Semop, há 270 sanitários químicos que são mantidos no mesmo local da cidade. Um outro quantitativo, que não foi informado, é utilizado em locais temporários.

A guardadora de veículos Natália dos Santos, 44 anos, trabalha em frente à praia de Itapuã, num local próximo a sanitários químicos. Ela contou que o mau cheiro chega a interferir nos restaurantes e bares localizados na região.

“Teria que ter mais limpeza, mas sei também que as pessoas não ajudam, não têm educação e sujam ainda mais. Se fosse um banheiro fixo, construído, poderia ser até melhor, mas as pessoas continuariam sujando”, afirmou.

Para o vigilante Antônio Fonseca, 42 anos, é necessário ter um funcionário para cuidar dos equipamentos. “Acho que assim sujaria menos e teríamos um banheiro mais digno”.

O ambulante Eduardo dos Santos, 36 anos, trabalha em Jardim de Alah. Ele contou que os sanitários químicos que ficam em frente à praia não costumam ficar sujos. “Os daqui eu não vejo ficarem muito sujos. Tem limpeza, mas era melhor se tivesse um banheiro fixo, principalmente se tivesse chuveiro para atrair turistas”.

Confira a notícia no site A Tarde.

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