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Estatísticas Inox

ESTATÍSTICAS INOX

Confira aqui as estatísticas anuais do consumo e da produção do Aço Inox no Brasil e no Mundo e outros índices macroeconômicos

Seta right

PUBLICAÇÕES ABINOX

O inox em clínicas médicas e odontológ...

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Selo de garantia na higiene

Os microrganismos, principais causas de contaminações e doenças, insistem em invadir clínicas médicas, consultórios odontológicos e unidades básicas de saúde. O uso do aço inoxidável em diversos equipamentos tem servido de escudeiro a essa incansável invasão. São muitos os tipos de acabamentos ofertados, entre eles os lisos e os lixados com baixa rugosidade, o que dificulta a proliferação de micróbios e a formação de biofilmes e torna o aço inoxidável higiênico, impermeável e asséptico. Uma escolha adequada para aplicações em usos clínicos que vão do revestimento da mobília, pias, lixeiras, equipamentos e instrumentos, até braceletes de identificação. A facilidade de limpeza do inox imprime às atividades ligadas à área de saúde uma marca de garantia na higiene dos serviços de atendimento clínico no mundo inteiro.

Pinças, alicates e tesouras

Tesouras ortodônticas, pinças e alicates médicos, espátulas e agulhas para centros de atendimento exigem um inox com alta resistência à corrosão, resistência mecânica e ausência de magnetismo. Esses instrumentos reutilizáveis são frequentemente higienizados e esterilizados; para isso são utilizados agentes químicos e físicos, de acordo com o tipo de material laboratorial e sua resistência ao vapor ou calor. Nesse caso, o inox é o material mais apropriado para suportar todo esse processo.

Aço inox: 304, no acabamento lixado com baixa rugosidade ou brilhante.

Carrinhos

Ao chegar à clínica, o paciente espera encontrar bons profissionais, equipamentos e ambiente adequados. Os carrinhos carregam os instrumentos sob o mais rigoroso regime de higiene, tudo em aço inox. Circulando por entre as salas de coleta e de exames, sua assepsia é de grande importância, de forma a evitar contaminações. Para a limpeza, água e sabão neutro ou produtos específicos são o suficiente. A secagem do aço inox é outro fator importante para inibir o aparecimento de manchas na sua superfície.

Aço inox: 439 e 304, no acabamento lixado com baixa rugosidade, brilhante ou polido.

Macas

Sujeitas ao ataque constante de substâncias corrosivas, tais como banhos clorados, as macas transportam pessoas em diferentes condições clínicas. A presença de molibdênio na composição química do inox da maca eleva sua resistência à corrosão e mecânica, necessária pelos constantes choques a que é submetida. Aceito pelos órgãos de vigilância sanitária, o inox apresenta uma excelente relação custo-benefício, já que uma das suas principais características é a grande durabilidade.

Aço inox: 316, nos acabamentos brilhante ou lixado com baixa rugosidade.

Bandejas e recipientes

“Escritório ambulante” do enfermeiro, a bandeja de inox vem em socorro do paciente trazendo agulhas (também de inox), estetoscópio, termômetros ou seringas. Como todo procedimento, os riscos de contaminação são consideráveis. Por isso, o aço inox em bandejas – algumas montadas sobre rodinhas ou em armários com gavetas – cumpre as funções de garantir a prevenção de infecções e da contaminação, com leveza, facilidade de limpeza e durabilidade.

Aço inox: 304, nos acabamentos lixado com baixa rugosidade ou brilhante.

Portas de correr

Por conta da facilidade de limpeza e manutenção, as portas de correr de consultórios e clínicas são feitas em aço inox. A redução de espessura com garantia da resistência estrutural é um diferencial para o inox. O aspecto estético das portas de correr de inox inspira confiança aos profissionais e, principalmente, aos pacientes.

Aço inox: 304 e 439, no acabamento lixado com baixa rugosidade ou brilhante.

Braceletes de identificação

Muitas pessoas que sofrem de algum mal específico, como diabetes ou alergia a algum medicamento, têm usado braceletes ou colares de identificação que irão ajudar os paramédicos ou equipes de emergência a responder à condição de um paciente em estado inconsciente. Um dos materiais utilizados nesses casos é o aço inoxidável. Fabricados com o 316L, os braceletes e colares evitam todos os tipos de contaminantes na superfície e não escurecem com o tempo.

Aço inox: 316L, no acabamento brilhante.

Faça você mesmo com inox

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O inox da oficina de faça você mesmo

A internet, a TV e as publicações estão repletas de projetos de decoração para quem deseja pintar, construir, montar, substituir ou fixar objetos em casa, no escritório ou no jardim. E há os que se apaixonam pelas ferramentas. Organizam tudo na oficina, penduram os apetrechos na parede, guardam os instrumentos em armários e caixas, cuidam das bancadas e mesas, se interessam por escadas e carrinhos de apoio. Para esses aficionados, a indústria produz objetos de desejo em aço inox de olho naqueles que não abrem mão de elegância no desenho, aspecto de limpeza e leveza. Mas o “poder” do inox se expressa em outras especialidades. Equipamentos e ferramentas precisam resistir a choques, à deformação e à corrosão. Preservado o sossego dos vizinhos, o resto fica por conta da habilidade e da destreza.

Desempenadeiras

No território das ferramentas para nivelar, o amante do faça você mesmo pode recorrer ao alto encruamento do inox 301 que proporciona às desempenadeiras resistência mecânica suficiente para enfrentar o desgaste e os impactos sofridos no decorrer do eterno aplainar, alisar ou igualar gesso, estuco ou argamassa. Mais: a resistência à corrosão do inox 301 estende a durabilidade desses objetos.

Aço inox: 301, austenítico. Tem elevado encruamento e resistência à corrosão.

Alicate, chave de fenda, martelo

A conhecida resistência à corrosão dos aços inoxidáveis confere aos alicates, chaves de fenda e martelos, elevada vida útil, mesmo quando utilizados em ambientes úmidos. Essas ferramentas funcionam como música para os amantes do faça você mesmo, sempre às voltas com ganchos e pregos, porcas, parafusos e rebites. E a resistência à tração do inox supera as maiores dificuldades na sustentação de objetos.

Aço inox: 420, nos alicates; 304, nas chaves de fendas e martelos, pois possui alta resistência mecânica e ao impacto.

Ferramentas para bonsai

Para alguns uma terapia, para outros uma arte. A técnica de cultivar miniaturas de árvores em potes depende da resistência à abrasão das ferramentas, característica presente nos aços inoxidáveis martensíticos. Numa lista de ferramentas de bonsai – em inox – não podem faltar alicate de corte lateral, tesoura de folhas, alicate arame, tesoura de poda, alicate bola e rastelo. O tratamento térmico das lâminas em inox proporciona durabilidade ao fio, além de um corte preciso e eficiente.

Aço inox: 420, martensítico. Possui excelente resistência à abrasão.

Caixas de ferramentas, bancadas, mesas, escadas e carrinhos

Livres de poeira ou umidade, as ferramentas e aparelhos ficam protegidos em armários e caixas com estrutura de aço inox, resistentes à corrosão e ao choque mecânico. Além do requinte visual, os armários e caixas de inox podem compor um conjunto harmônico com bancadas e mesas de trabalho. Escadas e carrinhos exigem resistência estrutural para garantir a estabilidade do equipamento. O inox permite a redução da espessura e, consequentemente, do peso desses equipamentos.

Aço inox: 304, austenítico, adequado para a estrutura das caixas de ferramentas, mesas, bancadas, escadas e carrinhos. Tem excelente conformabilidade e elevada resistência à corrosão e mecânica. O inox 430 e 439, ferríticos, são ideais para o revestimento externo das caixas de ferramentas e mobiliário. Possui acabamentos brilhante e escovado, de elevada beleza.

Ferramentas de corte

A alta resistência ao desgaste associada à excelente resistência à corrosão dos aços inoxidáveis martensíticos confere maior durabilidade às ferramentas de corte, tesouras ou lâminas, que podem ser usadas tanto em trabalhos com madeira como em instalações, reparos ou tratamentos de superfícies de alvenarias, concreto e estruturas metálicas. Esses martensíticos podem ser endurecidos por tratamento térmico, o que faz com que as ferramentas de corte não percam o fio.

Aço inox: 420, martensítico. Possui elevada resistência ao desgaste e à corrosão.

Inox nas Olimpíadas

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Do ouro ao inox

As Olimpíadas passaram e as Paraolimpíadas ainda estão na memória. Ficou o legado para a imagem externa do Brasil e a incrível superação dos atletas com deficiência física. No território das instalações, dos equipamentos e aparelhos para a prática dos esportes, os jogos da Rio 2016 também superaram as expectativas. Poderíamos, então, lembrar da presença do inox nas Olimpíadas e Paraolimpíadas? O inox estava nas piscinas, revestidas com uma membrana de PVC e sistema de transbordamento contínuo, nos corrimãos para apoio dos paraatletas, nos pisos táteis para cegos e na acessibilidade em geral, enfim, em toda a cidade olímpica e em diversos locais do Rio de Janeiro. Nos esportes e nos símbolos, a lista parece infindável. Além dos eleitos para essa edição, daria para incluir: ciclismo, remo, natação, atletismo. Sem falar de alpinismo, montanhismo, arborismo ou mergulho, que não são olímpicos. Que venha o inox em Tóquio, em 2020.

Pira

A pira olímpica, de aço inox, o maior símbolo dos jogos, iluminou uma escultura que ficou na Candelária enquanto os atletas disputavam as medalhas da Rio 2016. A escultura cinética de aço inox que se movia com o vento, criada pelo artista americano Anthony Howe, refletia a luz da chama em placas e esferas metálicas giratórias. Outros jogos olímpicos pediram ajuda à resistência ao calor do inox em tochas e piras: Albertville (França) em 1992, Sydney em 2000, Vancouver (Canadá) em 2010 e Londres em 2012.

Aço inox: 430. As propriedades de resistência e durabilidade do inox são essenciais nessas esculturas, pois geralmente ficam ao ar livre tendo que resistir às intempéries, como mudança brusca de temperatura, maresia e chuva.

Hipismo

Cavaleiros ou amazonas, olímpicos, paraolímpicas, amadoras ou valentes montadores devem saber que o progresso da equitação deve muito à fundição dos metais. Não faz muito tempo que o hipismo como esporte competitivo conta com a ajuda especial de cabrestos (com quatro pontos), ferraduras e estribos de aço inox. Com elevada resistência à oxidação e mecânica, o inox confere às peças maior segurança aliada ao menor peso, contribuindo para aumentar a eficiência nesse esporte.

Aço inox: 304, pois possui elevada resistência mecânica, à corrosão e as intempéries.

Esgrima

Liberta da tradição militar ou do duelo de capa e espada, a esgrima figura como um dos cinco esportes presentes em todas as olimpíadas modernas. Em todas as modalidades - espada, florete e sabre – o inox veste os esgrimistas da cabeça ao torso. Na máscara, que precisa resistir a golpes de 1600 newtons e nas jaquetas lamé, desenhadas para conduzir eletricidade e aguentar estocadas de até 800 newtons/cm2. A fina malha da jaqueta precisa ser durável e lavável.

Aço inox: 304, por conta da sua elevada resistência mecânica.

Iatismo

Como esporte olímpico, o iatismo incorporou uma quantidade significativa de novos materiais como os cabos de aço inox, na década de 60. Para resistir à oxidação, o aço inox 316 com níquel ou um inox com ligas mais leves – em iatismo, cada grama a menos conta – resolvem e funcionam em peças como molinetes, esticadores, cunhos, ganchos de pressão e âncoras.

Aço inox: 304, indicado para águas doces; 316, indicado para água salgada, pois no ambiente salino é recomendado material com adição de molibdênio e maior resistência à corrosão.

Golfe

Mesmo quem não joga sabe que conseguir acertar o centro do taco na bola de golfe sem arrancar um tapete de grama não é tarefa fácil. Mas os profissionais reconhecem o inox 430 como um material de excelência na fabricação de cabeças de tacos. Muitas vezes praticado em ambientes úmidos, o inox oferece resistência à corrosão a favor das melhores tacadas.

Aço inox: 430, pois possui excelente brilho e apelo estético.

O Inox na Extração Mineral

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Vida longa na mina

O Brasil é rico em muitos tipos de minérios, entre eles o nióbio, manganês, bauxita, níquel e ferro. Depois de encontrada a jazida, é necessário retirar o minério, processar e transportar até o cliente final. Em geral, os equipamentos em uma mina são de grandes proporções - escavadeiras, pás carregadeiras, caminhões fora de estrada e correias transportadoras – atuando em um ambiente úmido e abrasivo, onde a corrosão e o desgaste andam juntos. Daí a aplicação dos aços inoxidáveis, com destaque para o 410D, pela elevada resistência às esfoladuras e escoriações do gigantesco movimento de britagem e peneiramento das rochas e minerais. Sólido e seguro contra o ataque da oxidação, o inox empresta elevada resistência mecânica e boa soldabilidade para aplicações em diversos segmentos como a mineração e pode substituir o aço carbono, com uma redução de espessura das chapas de até 50%.

Cordoalhas

Parte considerável da mineração brasileira ocorre na superfície, mas em áreas de exploração subterrânea, é necessária a instalação de elevadores e a construção de rampas para a passagem de escavadeiras, tratores e pás carregadeiras. No caso de transporte de pessoal, muitas minas operam com elevadores suspensos por cordoalhas de aço inox fabricados com os mesmos austeníticos de uso corriqueiro na indústria naval.

Aço inox: 304 – austenítico, com 18% de cromo e 8% de níquel

Grades, passarelas e plataformas

Da mina à usina de beneficiamento, o minério é submetido a etapas como britagem, peneiramento, separação e limpeza. As grades, passarelas e plataformas suspensas, confeccionadas com chapas expandidas (malhas de aço) e localizadas ao longo desse processo, ficam expostas a esse ambiente corrosivo e abrasivo, o que pode comprometer a segurança. O emprego de chapas expandidas em inox tem se tornado abrangente, permitindo uma significativa redução de espessura em relação aos aços comuns, sendo a resistência à corrosão e ao desgaste sua grande vantagem, além de propriedades mecânicas que sustentam aplicações estruturais.

Aço inox: 410D – ferrítico com baixo teor de carbono com adições de cromo e níquel.

Separação magnética do minério

Após a britagem e peneiramento, uma parte do minério fica tão fina que se confunde com os grãos de areia misturados ao material bruto. Para recolher essa parte, emprega-se um separador magnético que usa ímãs para agarrar o pó de ferro. O magnetismo do aço inoxidável ferrítico é uma característica fundamental para o processo de separação do minério de ferro, e sua elevada resistência à corrosão confere maior durabilidade.

Aço inox: 430E – ferrítico, magnético, com cromo entre 16% e 18%.

Vagão de transporte de minério

Limpo, peneirado e armazenado, chegou a hora do minério embarcar em vagões. A exigência de elevada resistência à abrasão aliada à resistência à corrosão faz do aço inoxidável 410 perfeito para vagões de transporte de minério. Em comparação com o aço carbono, que tem a vida útil estimada de dez anos, o inox 410 segue aproximadamente até 50 anos! A redução do peso, por utilizar espessuras menores, a baixa manutenção e a perda de espessura por atrito fazem do aço inox 410 a melhor escolha.

Aço inox: 410D e 410M – com 12% de cromo. O 410M possui propriedades mecânicas em torno de 15% superiores às do 410D. Proporciona redução de peso dos equipamentos por meio da diminuição da espessura.

Caminhão Betoneira

Conhecido na construção civil pelo transporte do concreto, o caminhão betoneira também é utilizado para o transporte e mistura de cargas metálicas na indústria do minério. Aplicado no balão do veículo, o aço inox 410D permite a conformação da betoneira com espessuras menores sem perder resistência estrutural, com maior vida útil e máxima capacidade de carga. O inox 410D, também aplicado nas lâminas internas (facas) dos misturadores, suporta a fadiga e o desgaste do contato com os mais diversos produtos abrasivos.

Aço inox: 410D no balão do caminhão-betoneira e facas.

Turismo com o Inox

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As mais belas obras

Para os que querem admirar a passividade natural contra a corrosão, o turismo do aço inox encanta milhões de viajantes em vários sítios do mundo. Esses viajantes incomuns estão atrás de obras de arte, edificações e esculturas onde o belo e o inusitado se destacam. Nas férias ou em viagem de turismo de negócios, as atrações estéticas podem incluir um passeio por uma ponte, uma visita a uma igreja matriz, a um prédio residencial ou a um museu. Na arquitetura, obras de infraestrutura ou sistemas de transporte, a diversidade de opções só exige um olhar atento ao detalhe vibrante ou à tranquilidade que se sobressai. O turista dedicado gosta de acompanhar algumas dicas – como as dessa edição – mas a lista completa pode ser longa.

Portinari em Batatais

Um cubo de 2x2x2 metros, com tubos de aço inoxidável polidos de seção quadrada de 10 x 10 centímetros abriga a imagem de Candido Portinari na cidade de Batatais, interior de São Paulo. A escultura reforça a principal atração turística da cidade: a Via Sacra da igreja da Matriz, uma das maiores coleções do grande mestre da pintura brasileira. A iniciativa foi do restaurador e museólogo Manuel Julio Vera del Carpio.

Jin Mao em Xangai

A impressão que dá é que a decisão de um empreendedor ao aplicar aço inox na fachada de um prédio está baseada no Chrysler Building de New York que, em 80 anos, foi limpo duas vezes. Esse pode ser o caso do Jin Mao Tower – traduzindo do chinês: o prédio da prosperidade dourada – o arranha-céu de 88 andares em Xangai, China, desenhado pelo escritório de arquitetura Skidmore, Owings & Merrill para figurar na lista dos 20 edifícios mais altos do mundo. Um caso extremo do inox a serviço da mínima manutenção. A fachada conjuga inox 316 com outros materiais como vidro, alumínio e granito.

Inoxia em Nantes

Na cidade francesa de Nantes, ângulos afiados, com faixas de aço reflexivo cercam as varandas do edifício de 70 apartamentos com o sugestivo nome de Inoxia. O projeto de três torres faz parte da regeneração de uma área ao redor da estação principal da cidade. Painéis ondulados de aço inox aplicados à frente das varandas criam reflexões distorcidas do céu e dos arredores, que emprestam um caráter único e vibrante ao conjunto de edifícios.

Oculus em New York

Com desenho do arquiteto espanhol Santiago Calatrava, a Oculus, estação de transportes e centro de compras do novo World Trade Center de Nova Iorque, já atraía turistas antes de ser inaugurada. A escultura de um pássaro em aço inox prestes a se soltar da mão de uma criança tira o fôlego de quem passa perto ou utiliza o terminal. A estrutura central que conecta as “asas” desse pássaro é feita em aço inox duplex, que combina excelentes propriedades mecânicas com elevada resistência à corrosão. Santiago Calatrava ficou famoso no Brasil com o Museu do Amanhã no Rio de Janeiro.

Helix Bridge em Singapura

Uma ponte em curva para pedestres na região da Marina Bay, em Singapura, reproduz o visual da estrutura do DNA. Daí o nome, Double Helix Bridge ou a ponte Dupla Hélice. À noite, os pares das bases do DNA ficam coloridas por luzes vermelhas e verdes e, de dia, o aço inoxidável e o vidro protegem os pedestres do sol forte ou da chuva. A passarela foi construída com o aço inox duplex.

O Inox na cadeia produtiva do açúcar

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Tradição brasileira do doce (com inox)

Quando uma colhedeira começa a girar no canavial, a cadeia do processo de produção do açúcar entra em ação. Do trator de transbordo para a usina, a cana picada pode iniciar o passeio num semirreboque de inox. Na intimidade da usina, protegida pelos telhados dos galpões – com telhas em inox de alta capacidade de reflexão do calor – a cana será esmagada, aquecida, cozida, centrifugada e seca em equipamentos que são intensivos em aço inoxidável, até voltar ao caminhão para ser distribuída e consumida como adoçante de paladares. Uma vez removido do açucareiro, os brilhantes cristais – que graças ao inox não apresentam pontos pretos resultados do processo de corrosão durante a produção - vão se dissolver numa energética e aromática infusão de grãos torrados de coffea arabica.

Recebimento e preparo da cana

A produção do açúcar que vai adoçar o futuro café expresso começa quando a cana recém-colhida no campo é descarregada na mesa alimentadora da usina para seguir à esteira metálica e, daí, à moagem. A presença de umidade do caldo da cana e a abrasão das impurezas tendem a corroer as peças. O inox 410D trabalha nesses ambientes que combinam abrasão e corrosão, para evitar o desgaste que gera a perda de espessura. Partes onde o inox é empregado: fundo da mesa alimentadora, ondulações (taliscas) que empurram os caules de cana, lateral da esteira transportadora, difusores.

Aço inox: 410D.

O caldo de cana

Na moenda, a cana é exposta entre rolos submetidos à elevada pressão e alta velocidade, expulsando o caldo do interior das células. O inox 410D se faz presente nas paredes do equipamento, prevenindo a corrosão e o desgaste gerados pelo contato com o caldo e o bagaço. De forma semelhante, na moenda comercial ou garapeira - que fornece o suco que atrai multidões ao mercado local - o inox está presente no revestimento externo e nas partes que entram em contato com o caldo. Nesses equipamentos a higiene é primordial e o inox facilita a limpeza. É só usar água e sabão.

Aço inox: moendas industriais, 410D; moendas comerciais (garapeiras) – 430 ou 304.

Clarificação do caldo

Para a produção de um açúcar de boa qualidade e aceitação comercial, o caldo - de cor amarelada esverdeada - passa por um processo que promove a clarificação, por meio do contato com o dióxido de enxofre (SO2), gerando um açúcar mais branco. Esse processo denominado sulfitação é muito agressivo, pois estão presentes os ácidos sulforoso e sulfúrico, muito corrosivos. Por isso é utilizado o aço inox austenítico 317L, que por sua composição química – maiores teores de cromo, níquel e molibdênio, possui elevada resistência à corrosão.

Aço inox: 317L.

Cristalização do açúcar

O caldo clarificado é transformado em xarope pelo processo de eliminação da água, realizado nos evaporadores. Na etapa posterior de centrifugação ocorre a separação entre o melaço – que poderá ser utilizado no processo de fabricação de álcool e etanol – e os cristais de sacarose. As características de baixa expansão e alta condutividade térmica, além da elevada resistência à oxidação a altas temperaturas, fazem do inox o material ideal para ser empregado nos tubos para condução de vapor e condensação, nos lavadores de gás e nos evaporadores. O uso do inox diminui a manutenção (reduz as contratações nas entressafras) e aumenta o tempo disponível na entressafra para a geração de energia.

Aço inox: 410D, no lavador de gases; 439, 441 e 444, nos tubos trocadores de calor, para condução de vapor e condensação.

Vitrine

Por fim, o açúcar, de tão valioso, vai parar numa vitrine. Em forma de doce fica exposto em balcões de inox à espera de felizes apreciadores. O inox do açucareiro, das xícaras, da colher que mexe o café, das panelas e dos balcões de fabricação doméstica ou industrial, protege os cristais de açúcar que ficam sanitizados e resguardados de qualquer ataque biológico. A garantia autenticada da higiene do inox se encontra nos balcões de embalagem de gêneros alimentícios entre os quais o açúcar refinado, mascavo, cristal ou os clássicos confeitos da culinária mundial.

Aço inox 439, nos balcões e revestimentos em geral; 430, nos açucareiros, xícaras e colheres.

Inox na agricultura

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O campo e o aço inox

Fonte de receitas e divisas desde meados do século 19, o negócio do café impulsionou a mecanização da agricultura brasileira a partir dos anos 1870. Mas, naquela época, quase todos os implementos eram fabricados em madeira e ferro. Mas a agricultura local só vai passar da economia de subsistência para a larga escala no finalzinho da década de 50 do século passado, quando o Brasil passa a montar tratores para o mercado agrícola. No segmento de agronegócio, o aço inox figura como um participante recente mas o grande potencial de aplicação e as oportunidades de negócios continuam a crescer na indústria de distribuidores de sementes, fertilizantes e defensivos, carretas agrícolas e outros equipamentos para o cultivo de milho, trigo, soja, feijão e algodão; na pecuária de corte ou de leite, nas granjas e produtoras de frango. O consumo de alimentos não para de crescer, assim como a utilização do inox nesse segmento.

Exaustores para a avicultura

Os quarenta quilos de frango que cada brasileiro consome por ano dependem do conforto térmico dos pintinhos nos abatedouros. Esse ambiente climatizado com exaustores e ventiladores, tudo em inox, serve para garantir as normas de bem-estar dos animais, biosseguridade e sanidade. O uso constante de ventoinhas pode exigir um inox de alta resistência ao desgaste, papel que, quase sempre, recai sobre um robusto martensítico.

Aço inox: nos ventiladores e exaustores, 304 e 439 no acabamento 2B. Nas ventoinhas, 420 é o mais indicado.

Pulverizador e espalhador de fertilizantes

Insumos como fertilizantes e defensivos agrícolas contêm sulfatos, cloretos e nitratos que castigam todos os metais que encontram pela frente. Daí a importância do aço inox, nas partes que entram em contato direto com esses componentes químicos e colocam em risco a vida útil de pulverizadores e espalhadores. À alta resistência à corrosão de sua estrutura se juntam a pouca necessidade de manutenção e a facilidade de limpeza, o que propicia um melhor desempenho dos equipamentos nos mais variados terrenos e relevos.

Aço inox: 304 (austenítico com cromo e níquel).

Vagão forrageiro

Na produção de alimento para rebanhos, o milho, sorgo ou capim são picados e colhidos em vagões forrageiros. Entre o transporte e o abastecimento, as leguminosas ou gramíneas passam por uma fermentação láctica. Quando o rebanho vai ao confinamento para a engorda, o próprio vagão executa o trabalho de distribuir o alimento nos cochos. Nesse momento, ocorre uma aceleração do risco de corrosão e, aí, entra o aço inox em componentes e na estrutura do vagão.

Aço inox: 304 em acabamento fosco (nº 1), com elevada resistência à corrosão.

Resfriador de leite

Na produção de leite e bebidas industrializadas derivadas do leite, o inox sempre está presente para evitar a proliferação de bactérias. Material inerte e promotor da sanidade, o aço inox possui acabamento superficial com baixa rugosidade, adequado à indústria de laticínios. Desde que o francês Louis Pasteur, inventou a pasteurização – em 1863 –, o resfriamento do leite, iogurte e queijos representa um desafio tecnológico de conservação que conta com a ajuda imprescindível do inox.

Aço inox: 304, no interior e partes estruturais no acabamento lixado. Inox 430, no revestimento com acabamento 2B.

Comedouros para suínos

Os comedouros são necessários para dispensar, com conforto e precisão, a quantidade exata de ração para as leitoas e os porcos que entram na fila na hora do almoço. A base alimentar de compostos orgânicos e milho tende a gerar corrosão, porque liberam ácidos extremamente agressivos. Mas nada que um inox austenítico não possa assegurar a proteção, inclusive contra a corrosão por pontos (pitting). Vantagem: maior vida útil ao comedouro.

Aço inox: 304 no acabamento 2B, com alta resistência à corrosão e ao desgaste.

Silos e tanques

Os silos graneleiros para a armazenagem de grãos podem estocar produtos agrícolas com longa durabilidade e manutenção mínima, graças ao aço inoxidável, que confere maior vida útil aos equipamentos. Outras vantagens são a redução de peso e a elevada resistência estrutural com mínimas espessuras. Na mesma família dos silos, encontramos os tanques isotérmicos, tanques horizontais e verticais, tanques CIP (clean-in-place) e tanques pulmão (para estocagem em processos de produção), entre outros.

Aço inox: 304 e 304L, com baixíssimo teor de carbono.

Inox nos transportes

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Aos passageiros e às cargas

O veículo autônomo e a internet dos transportes estão nascendo em torno de uma constelação de montadoras próximas à baía de São Francisco, na Califórnia. Surfando nessa onda, carros, caminhões, ônibus, navios, motos e metrôs não param de incorporar tecnologias como o GPS, sensores de presença e de distância, câmeras de alta definição e processadores de alta velocidade que permitem a construção de veículos especiais como o metrô sem condutor na cabine, BRT (bus rapid transit) e o carro elétrico. E cresce a necessidade de materiais com elevada resistência à corrosão, ao desgaste e à tração, o que faz do aço inox o material perfeito para essas aplicações.

Vagão

Rei das ferrovias do Brasil, o minério de ferro – a caminho de virar aço – é transportado por centenas de quilômetros até chegar à usina siderúrgica ou ao porto. A exigência de elevada resistência à abrasão aliada à resistência à corrosão dos vagões ferroviários faz do aço inoxidável o material indicado para essa aplicação. Vagões com inox têm vida útil de até 50 anos, cinco vezes maior do que os com aço carbono.

Aço inox: 410D e 410M (elevadas propriedades mecânicas, resistência à abrasão e à corrosão).

Tanques rodoviários

O inox possibilita a conformação de tanques rodoviários com espessuras menores, assegurando máxima resistência estrutural, vida útil longa e maior volume de carga. O aço inoxidável trabalha em condições extremas como em contato com ácido sulfúrico até meios menos corrosivos como leite e água.

Aço inox: revestimentos interno, externo e partes estruturais: 304L e 316L (resistência à corrosão e resistência mecânica); ferríticos 430 e 439 (nos revestimentos com acabamentos lixado, polido e brilhante).

Automóveis

Os aços inox ferríticos apresentam alta condutividade térmica, excelente resistência à oxidação em altas temperaturas e menor suscetibilidade à descamação, o que os torna o material correto para os sistemas de exaustão dos automóveis. O inox é aplicado também em regiões como guarnições decorativas, filtro de partículas de diesel, soleira do porta-malas, faróis, abraçadeiras, discos de freios e termostatos. Para a nossa proteção, o inox aparece na blindagem de veículos automotivos na carroceria, colunas, teto, fechaduras, overlaps e barras laterais.

Aço inox: ferríticos no sistema de exaustão (parte quente: 439 e 441; parte fria: 409 e 439) e austenítico 304 com acabamento fosco; guarnições decorativas: 430 e 304; blindagem: balístico 304L.

Motos e bikes

Apesar de toda a mística, as primeiras motocicletas Harley-Davidson, lá atrás em 1903, não passavam de bicicletas motorizadas. Nos discos de freio da moto moderna, o inox torna infalível a segurança graças à elevada resistência ao desgaste gerado pelo atrito das pastilhas durante o processo de frenagem. Nas bicicletas, graças à maior resistência mecânica, o inox permite a redução da espessura, do diâmetro e do peso de peças como cabos de freio, rotor dos discos de freio, raios e niples das rodas.

Aço inox: freio de motocicletas: martensítico 420 (elevada resistência ao desgaste); bicicletas: 304.

Navios

Nos transatlânticos de cruzeiros voltados ao lazer, os espaços de diversão se espalham por bares, academias, piscinas e restaurantes. Vamos encontrar o aço inox nos decks, mobiliários, pisos e outras estruturas dos navios. No bar, o inox pode estar na banqueta do balcão; na academia, a flexibilidade de formas do inox aparece nas barras e nos aparelhos; na piscina, em escadas, trampolins e bocas de lobo; e no restaurante, nos talheres, no carrinho de inox das sobremesas ou nas diferentes medidas do mobiliário.

Aço inox 316 e 444 para águas salgadas (maior resistência à maresia); 304 para águas doces.

Metrô

Das 140 redes de metrô do mundo, oito estão no Brasil. Com a espessura do corpo dos vagões metroferroviários mais leves, as composições levam inox austeníticos ainda no chassi, no teto e nas laterais. Os aços austeníticos fornecem uma grande capacidade de resistência ao choque, não sofrem com a corrosão, são seguros contra incêndios e duram muito. Nas estações, o aço inox se faz presente no revestimento da fachada, nas escadas, corredores, túneis, mobiliário e acabamentos.

Aço inox na estrutura, revestimento externo e interno dos vagões: austeníticos, do tipo 301 e 301LN; nas estações: os ferríticos 439 e 430 (nos acabamentos brilhante, polido e lixado).

Ônibus

Convencional com piso baixo, articulado ou biarticulado, os ônibus podem alcançar até 300 passageiros de capacidade. E as peças de inox estão nos mecanismos de abertura das portas, tanque de combustível, fixadores mecânicos e em itens de acabamento. No chassi, tubos quadrados de inox permitem a redução da espessura dos componentes estruturais com consequente redução do peso do veículo, o que resulta em menor consumo de combustível, maior capacidade de carga e menor esforço sobre a infraestrutura logística.

Aço inox: 410 na estrutura com tubos quadrados e revestimento externo.

O Inox no planejamento de interiores r...

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Metal moderno

A entrada do aço inoxidável no ordenamento dos espaços residenciais internos ocorre quando o estilo art nouveau cede lugar ao movimento moderno. Os excessos florais do art nouveau passam por uma “limpada” visual. No living room, colunas cruciformes em aço inox aparecem ao lado de cadeiras em aço tubular com assento e encosto de couro de cabra branco. Hoje o aço inox ocupa espaço na arquitetura, mas durante os anos 20 e 30 do século passado, além do inox – um material novo que ainda nem existia no Brasil –, outros metais, o vidro e as cores metalizadas entraram para o repertório modernista dos espaços amplos, racionais, com forte presença de vegetação e luz natural. O inox avançou sobre as paredes, pisos e tetos de quase todas as nossas residências e escritórios. E o leque de elementos para incrementar os ambientes não para de crescer.

Escadas e corrimãos

Quando a opção de estilo for pela leveza, que tal uma escada de aço inox com degraus de vidro? Um corrimão de madeira com cabos de cordoalhas e estrutura de inox acrescentam intensidade ao ambiente. Degraus de madeira e parapeito de inox; corrimãos de inox e guarda-corpo de vidro; degraus de concreto misturados com uma proteção de inox e um detalhe no final do corrimão. Para soltar a fantasia.

Aço inox: escadas: 304; corrimãos: em interiores, 430 e 439; ambientes rurais e urbanos poucos poluídos, 441 (com Nióbio) e 304; ambientes litorâneos e urbanos poluídos, 316 e 444 (com alto teor de cromo).

Hall de entrada

Ambientado para exprimir o gosto dos moradores ou reforçar a arquitetura da fachada, o hall de entrada contemporâneo vai bem com móveis e objetos em inox. São obras de arte, num nicho ou na parede, luminárias, um porta guarda-chuva, uma bancada, aparadores e, se houver mezanino, corrimão e guarda-corpo tudo em inox. Se for subir, pegue o elevador revestido em inox.

Aço inox: ambientes rurais e urbanos poucos contaminados: 430 e 439; ambientes litorâneos e urbanos poluídos: 304, 316 e 444, nos acabamentos: lixado, polido e brilhante.

Salas

Veneradas como esculturas, as peças do mobiliário para salas levam o inox para o design de alto padrão. O inox pode estar em elementos básicos como sofás, poltronas ou aparadores e vai bem ao misturar materiais como uma mesa de centro com estrutura em inox e tampo de madeira de demolição. Mais inox: rack de TV, chaise longue ou um gabinete com coleção de miniaturas ou toys.

Aço inox: em interiores, 430 e 439, nos acabamentos lixado, brilhante e polido. Atendem nos quesitos de resistência à corrosão e conformação.

Banheiros

Uma boa parte dos utensílios e equipamentos da sala de banho combina com a aura higiênica do inox. A começar pelo chuveiro. Depois, metais sanitários, acessórios e suportes, saboneteiras, porta-toalhas, frascos e recipientes (como o de sabonete líquido), suporte para papel higiênico, balança, espelho, ferragens do box, ralos e grelhas, lixeiras e até a banheira em inox. Um luxo.

Aço inox: vasos sanitários: 304 e 316; acessórios: 430, 439 e 304. Recomendação: acabamento liso, com baixa porosidade, para evitar a adesão de bactérias.

Revestimentos

A volta do cobogó e o interesse pelas peças cerâmicas tridimensionais faz crescer o entusiasmo com a tecnologia de revestimento em aço inox. Assim como acontece com as texturas inusitadas de cerâmicas que imitam outros materiais, a eletrocoloração do inox permite reproduzir imagens e criar novas texturas. Além das pastilhas, existem também tijolos, lambris, grelhas e ralos em aço inoxidável colorido. São aplicados com as mesmas técnicas dos revestimentos cerâmicos.

Aço inox: 304 e 439,nos acabamentos lixado, polido e brilhante. Fatores diferenciais: boa soldabilidade e resistência à corrosão.

Alimentação saudável pede Inox

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Com sabor e com inox

As férias acabaram, o Carnaval passou e as pessoas se dão conta que o relax contribuiu para os quilinhos a mais na balança. Agora é o momento de consumir uma alimentação que favoreça o bem-estar, comida leve e sabores suaves. Chegou a hora das dietas! E as opções compreendem dos alimentos industrializados aos preparados em casa com ingredientes orgânicos, integrais, higienizados, funcionais, de origem controlada, veganos, vegetarianos, naturais, dietéticos, lights, livres de glúten ou leite. Tanto uns como os outros não chegam ao conforto do estômago com todas as características de aroma, sabor e textura sem passar por algum utensílio, aparelho ou equipamento de aço inox. Isso, sem falar no transporte e no armazenamento que seguem normas para garantir o máximo em segurança alimentar.

Os brasileiros já se acostumaram com as gastronomias internacionais – empanadas argentinas, polenta italiana, cuscuz marroquino, borscht polonês, a paella espanhola, o sushi, para citar alguns exemplos – e em quase todas o preparo convoca um conjunto de panelas, facas, talheres, equipamentos e utensílios fabricados em aço inox. Daria para escrever um livro sobre esse assunto mas, por enquanto, vamos ficar com essas “entradas” até o próximo Carnaval.

Processo de produção

O clássico suco de laranja permanece como um item indispensável no café da manhã na região Sudeste do Brasil mesmo que embalado em higiênicas caixas cartonadas. Envasados ou engarrafados em indústrias, o suco pasteurizado, néctar ou refresco exigem inox durante o processo de produção. A passividade natural do aço inox resiste ao ácido cítrico da laranja, tangerina ou limão. As frutas, depois de lavadas, são espremidas em tanques de inox. A baixa rugosidade do inox evita a adesão de bactérias e facilita a limpeza. Outras indústrias que consomem altas tonelagens de aço inox são as de chocolate, sorvete, tomate, queijo e pescado, além de cervejas, vinho e alguns champanhes especiais.

Aço inox: tanques: aço 304 com acabamento lixado nº 4 e brilhante 2B. Devido à baixa rugosidade, os acabamentos dificultam a adesão de bactérias e particulados.

Do espremedor à centrífuga

Fonte de vitaminas e sais minerais, os sucos feitos em casa mobilizam uma “divisão blindada” de aparelhos que vão do espremedor à centrífuga, do liquidificador ao aparelho de prensagem a frio, todos em aço inox, obedientes às condições químicas de serviço. Quem aprecia suco da laranja ou cítricos processa no espremedor. Sucos como morango, acerola ou tomate exigem uma centrífuga doméstica. Os adeptos do suco verde recorrem ao liquidificador para mixar água de coco com folhas de couve, cenoura ou hortelã. Mas a grande novidade chegou para agradar os admiradores de sucos que misturam frutas e vegetais com grãos e sementes – batata-doce com amêndoas ou espinafre com maçã – o aparelho de prensagem a frio de baixa rotação.

Aço inox: lâminas do liquidificador em aço inox 420, pois facilitam no processo de corte; no corpo o 304 DDQ é aplicado devido ao repuxo profundo no processo de estampagem. Espremedores à centrífuga: aço inox 304 com acabamento 2B.

Preparo, cozimento e utensílios

Dá para imaginar espaguete com espinafre e nozes, pene integral com frango e brócolis, papardeli primavera, fetucini com tomates frescos, omelete de talhateli com agrião, tudo feito em casa? Claro, com uma máquina de pasta de aço inox. Com aquele aroma de massa fresca no ar, nem dá para ficar pensando muito na ingestão dos (necessários) carboidratos. Em poucos minutos, a pasta vai cozinhar nas panelas de inox, no fogo alto do fogão e os molhos vão apurar no calor brando do fogão ou no cozimento por indução do cooktop. Depois é só passar pelo escorredor e ser manipulado pelo pegador, todos de inox. No preparo dos ingredientes que vão agregar personalidade aos pratos de pasta – sobre bancadas em inox – vários utensílios, também em inox, devem desempenhar com eficiência higiênica e elegância técnica o papel culinário que lhes é exigido.

Aço inox: máquina de pasta: aços inoxidáveis 439 e 304 nos acabamentos lixado ou brilhante; panelas de cozimento por indução: ferríticos com repuxo 430DDQ e 430, que por conta da natureza magnética é fundamental no processo de indução.

Da sobremesa ao cafezinho

Tudo bem, aquela tia ou avó do interior ainda fazem doce de goiaba em tacho de cobre, mas na cozinha “normal” do nosso cotidiano dá para executar quase todas as delícias culinárias com aparelhos e utensílios de aço inox. No ramo da confeitaria a batedeira será peça chave para um bolo de aveia ou aquela torta de uva Isabel com farinha integral. Existe o bolo de aveia de liquidificador (de inox). Pode ser bolo de aveia com banana, nozes ou cacau. Aliás, esse bolo de cacau combina com um café expresso tirado numa máquina (de inox), com o grão moído na hora num aparelho de inox. Vai picar uma xícara de castanha de caju? Convoca a centrífuga (de inox).

Aço inox: máquina de café expresso: 304 e 439 nos revestimentos com acabamentos brilhante, polido e lixado.

Comfort e slow food

A estrutura, ponto de fusão e aderência ao metal-base recomendam o aço inox para a culinária do comfort food e do slow food. Para boa parte dos brasileiros (e portugueses), um ícone da culinária reconfortante com ingredientes locais seria a canja de galinha cujos vapores movimentam sentimentos positivos e, em outras épocas, foram usados para curar enfermidades. Para a elaboração desse milagroso e nostálgico caldo, vale uma panela de pressão de inox. Para desfiar o peito de frango (ou da galinha), um garfo para trinchar; facas e colher para mexer; escumadeira para trabalhar a cozedura, porta-condimentos, medidores e pilão, tigelas e uma concha terrina para servir; talheres para comer: tudo em inox. Se der muita sede, que tal uma água com gás do gaseificador de inox?

Aço inox: garfos para trinchar e colheres: aço inox 430 e 430 DDQ nos acabamentos 2B e polido; facas em aço inox 420, por conta da elevada dureza proporcionada no fio de corte; gaseificador: aço inox 304 pela facilidade de conformação e resistência às baixas temperaturas (condições criogênicas).

A presença do Inox nas férias

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Férias com inox

Visíveis ou invisíveis, ocultos ou transparentes, o aço inox conquista nossas vidas, inclusive nas férias. Se o justo descanso inclui deslocamentos, lá estará o inox em quase todos os meios de transporte: ônibus, trens, navios, barcos e aviões. Chegando no destino, começa a rotina de prazeres, na mesa, na piscina, na praia e nos passeios. Têm aqueles que gostam de fugir do ambiente formal dos hotéis ou da rotina dos resorts. Prefere o astral refrescante da vida ao ar livre. Lá estará o inox. As motivações variam: leve para carregar, resistente para ser usado em equipamentos de transporte e afeito à proximidade com a água e o ar. O inox surge como uma estrela nesse verão – ou inverno para quem mudar de hemisfério. Para os que querem abdicar da mera visão utilitária surge o turismo do aço inox: obras de arte, edificações e esculturas espalhadas pelo mundo atraem milhões de “peregrinos” em vários cantos do planeta. E boas férias.

Esportes radicais

Aos amantes dos esportes radicais como trekking e alpinismo é imprescindível estar acompanhado de bússola, relógio e trava-queda para as escaladas. Nesse quesito muitos fabricantes já adotaram como material o uso do inox pela leveza e resistência às intempéries. No arvorismo, um esporte radical no meio da vegetação, equipamentos de segurança como: capacete, luvas, corda e cadeirinha cinto; tudo conectado a um cabo de aço inox por meio de uma polia e mosquetão, que também devem ser de inox. Do paraquedismo ao parapente, do motocross ao base jumping, do rafting ao esqui, o inox será sinônimo de segurança e durabilidade.

Aço inox: 301 e 304, nos acabamentos brilhante e polido.

Iates

No ambiente marítimo, de agressividade elevada, devido à grande concentração de cloreto de sal, o aço inox está presente em cascos, na estrutura e em componentes de iates ou outros barcos. Objeto de luxo, meio de recreação ou de pesca, o iate motorizado ganha leveza se a estrutura ou partes dela forem construídas em inox. A parte aparente da embarcação que entra em contato com a ação oxidante da evaporação do mar – escadas, corrimões, cozinhas e banheiros – agrega as qualidades tradicionais do inox. No caso do casco e da quilha (quanto mais estreita, mais veloz), o principal cuidado é evitar arranhões na camada passiva do aço inox. Em lagos e rios, mudam as especificações do inox.

Aço inox: águas salgadas: 316 (com níquel e molibdênio) e dúplex 2205 e 2304 (com resistência à corrosão mais elevada); águas doces: 304 (austenítico).

Piscinas

Para o público em geral, piscina lembra férias. Pouca gente sabe que as piscinas olímpicas agora são construídas como tanques com fundo e paredes em aço inox. Mas isso é outra história. Nas férias, em clubes, hoteis, fazendas, academias ou centros comunitários e spas, o aço inox estará presente em escadas, corrimãos, trampolins, escorregadores, tobogãs, cascatas, bocas de lobo, grelhas e mobiliário (cadeiras e “poltronas” submersas) que ajudam a compor o ambiente de relaxamento instigado pelas piscinas. Os acabamentos mais usados no aço inox são o brilhante ou polido, com baixa rugosidade (para diminuir a aderência de incrustações e facilitar a limpeza).

Aço inox: para baixos teores de cloro (até 200 ppm) : 304 e 316; de 200 ppm a 500 ppm: 316 e 316Ti (com níquel, molibdênio e titânio), acima de 500 ppm: dúplex 2205 e 2304.

Academias ao ar livre

A “ocupação” dos centros urbanos na busca por uma vida fora das quatro paredes e maior mobilidade tem forçado os poderes públicos a ampliar as áreas verdes, ciclovias e espaços de lazer. Próximos a praias e lagoas ou mesmo no canteiro de grandes avenidas, cresce a instalação de academias ao ar livre, uma opção de lazer saudável no dia a dia que pode se transformar numa alternativa de férias a custo zero. Graças à elevada resistência à corrosão, os equipamentos para a prática de exercícios em aço inox – estações de uso misto com barras fixas e pranchas abdominais – estão mudando a paisagem das cidades com os acabamentos brilhante e polido. A leveza do inox diminui a espessura das barras e permite um design esbelto associado a uma vida útil superior. Com isso, o inox assume um papel elogiável na democratização do fitness, da musculação e da boa vida.

Aço inox: regiões litorâneas: 444 e 316, ambos com maior resistência à ação da maresia; zonas rurais e centros urbanos: 304, nos acabamentos brilhante e polido.

Quiosques

Nem só de contemplação oceânica vive o turista. Um quiosque provido de quitutes com o melhor da culinária rápida pode ser tudo na vida desse imprevisível visitante. Além dos revestimentos da cozinha, um quiosque acolhedor precisa ostentar um visual sedutor, possível com um revestimento externo em placas de inox de 0,5 a 0,8 mm de espessura. Para garantir a durabilidade, o principal cuidado recai sobre a fixação. Uma placa de inox não pode ser instalada com parafusos ou rebites de aço carbono porque vão enferrujar. As melhores instalações empregam parafusos e rebites de aço inox em placas com baixa rugosidade porque estamos falando de litoral. O resto fica por conta dos designers e arquitetos.

Aço inox: regiões litorâneas: 316 (com níquel) e 444 (com nióbio e titânio), nos acabamentos brilhante e polido; demais regiões: 304, 439 e 441, nos acabamentos lixado, polido e brilhante.

Hotéis

Para quem não quer chegar perto de acampamentos e albergues existem os hoteis. Dos mais simples – quarto, cama, armário, mesa e lavatório – aos mais completos, com linha fixa, ponto de conexão, TV, ar-condicionado e frigobar, a maior parte dos estabelecimentos de hospedagem inclui uma cozinha. E uma boa cozinha não deve renunciar ao aço inox. Mas tem mais inox por aí: na recepção, a mala será transportada em um carrinho maleiro com tubos de inox; no hall do hotel, temos cadeiras, mesas e revisteiros; nos corredores, a arrumadeira empurra um carrinho de inox; no banheiro, as toalhas são colocadas em um toalheiro de inox; a mala fica sobre um suporte de inox; talheres de aço inox indicam a categoria do hotel; a sobremesa fica mais atraente em um carrinho de inox; no bar do hotel, o conforto pode vir de um banco de inox; e até a cama pode ser de inox. Em Dubai, no Burj Kalifa, o maior hotel do mundo, concluído em 2009, inox e vidro de cima abaixo.

Aço inox: cozinhas: 439 e 441, no acabamento lixado; carrinhos, camas, toalheiros, maleiros e outros equipamentos: 304.

O aço inox no lar: dicas de manutenção...

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Quando surgiram as primeiras escolas de economia doméstica e culinária no Brasil, a primeira dificuldade era encontrar as alunas. Mas, quando surgiu a “rainha do lar”, as maravilhosas novidades tecnológicas – geladeira, liquidificador, fogão a gás e enceradeira – passaram a fazer parte das residências e das cozinhas junto com a energia elétrica, o gás encanado e água nas torneiras. De lá até a “internet das coisas” muito foi superado e a dona de casa virou uma “gestora” que extrai prazer da atualização, que busca informações na mídia e que procura eficiência, beleza, praticidade e durabilidade nos eletrodomésticos. Das pias de cozinha às lixeiras de banheiro, das torneiras aos objetos de decoração, o ar de modernidade do inox se faz cada vez mais presente nos lares brasileiros. E, com pequenos cuidados no dia a dia, podemos deixar o inox sempre elegante e luminoso.

Pias e bancadas

Em busca da pia perfeita a melhor situação começa no projeto, que na opinião de vários consultores de cozinhas, deve conter bancada e cuba de aço inox. A regra imutável da cuba ou bancada de inox limpa exige atenção constante. Não deixar, nunca, a sujeira acumular. Vinagres e limões podem causar manchas. O mesmo detergente (nunca com cloro) ou sabão usado para lavar utensílios – os que não foram para a lavadora de louça – servem para limpar a bancada e a cuba. Depois, seque tudo com um pano daqueles que não soltam pelinhos. Para os radicais, papel toalha. Cuidado com objetos e ferramentas metálicas ou abrasivas: podem riscar. Se aparecerem manchas, existem pastas que resolvem o problema. E lembre-se: nunca use esponja de aço.

Aço inox para ambiente rural, 430 e 430 DDQ (estampagem extra-profunda) com cromo na sua composição; para ambientes urbano e litorâneo, 304 e o 304 DDQ (estampagem extra-profunda) com cromo e níquel.

Utensílios para cocção

Esqueça as técnicas avançadas e as aulas de física do atrito na hora de limpar panelas e outros utensílios de aço inox para cocção. Dá para simplificar. Atente a detalhes como o acabamento – espelhado, polido ou fosco – e o sentido das fibras no caso de aço escovado. O emprego adequado de produtos e instrumentos de trabalho como panos e esponjas faz o resto. E mãos à obra. Para lavar, basta água, sabão ou detergente neutro com pano ou esponja macia. Para remover manchas ou restos de alimentos, uma pasta de bicarbonato de sódio dissolvido em água resolve. Se não sair, aqueça água com detergente e esfregue. Em superfícies de acabamento brilhante use só panos e a parte macia da esponja. Em aço escovado, respeitar sempre o sentido da fibra. Esponja de aço e escova metálica? Nem pensar. Além de danificar o inox e abrir caminho para a penetração de bactérias, podem causar contaminação e gerar corrosão posterior.

Aço inox 304 com níquel (austenítico) e ferríticos da linha 4XX (exemplo: 430), acabamento polido. A natureza magnética dos ferríticos é essencial para cozimento por indução em panelas de aço inox.

Talheres

Um dos problemas da limpeza de talheres de aço inox aparece quando o enxágue do sabão ou detergente não fica perfeito. O inox perde o esplendor. Não tem jeito. Tem de lavar à mão, removendo qualquer resíduo de alimento, inclusive nas entranhas dos garfos ou escumadeiras e seguir, de imediato, com uma secagem com uma toalha ou pano. O excesso de calor pode provocar estrias no talher. Para eliminar essas linhas ou caneluras, passe um papel toalha com um pouco de óleo de oliva nos talheres. Outras manchas saem com facilidade com uma esfregada suave com bicarbonato de sódio. Vinagre branco devolve a luminância ao inox. Quando lavados na máquina, retire os talheres depois de enxaguar e seque com pano ou papel.

Aço inox austenítico 304 e ferrítico 430, acabamento brilhante.

Fogões e geladeiras

O trio água, sabão e detergente suave marcha rumo à batalha diária e incessante contra a sujeira. Fogões, geladeiras, lavadoras de louça e outros equipamentos de cozinha demandam nossa atenção com a limpeza de rotina com produtos diluídos em água morna aplicados com pano macio e esponja de náilon. Depois de enxaguar com água morna vem uma etapa importante: a secagem com um pano macio. Sujeira moderada e manchas leves podem sair com uma pasta de bicarbonato de sódio dissolvido em álcool submetida à ação de pano, esponja ou escova com cerdas macias, sempre respeitando o sentido do polimento do inox. Cuidado: o ácido nítrico, o único ácido mineral usado para combater sujeiras intensas ou manchas acentuadas em aço inox, requer cuidados especiais na manipulação. É recomendado para retirar os adesivos e etiquetas que vêm colados nas geladeiras, lavadoras ou outros equipamentos em inox.

Aço inox 430 e 439 (ferríticos); fogões: acabamentos lixado e brilhante; geladeiras: acabamentos rolled on impresso e satin finish, acetinado, com baixíssima rugosidade.

Sala

A imagem de contemporaneidade do inox se espraia para os cômodos da casa. Na sala, pode ocupar o nobre espaço dos objetos de decoração ou das artes sob a forma de painéis, quadros e esculturas. Objetos de mobiliário como aparadores, mesas de centro e até escadas vão carecer de cuidados com manutenção e limpeza. Água, sabão e um pano macio são suficientes. Cuidado para não riscar o inox!

Aço inox ambientes internos em regiões rurais e grandes centros: 430 e 439 com acabamentos brilhante, lixado e polido; ambientes externos em regiões litorâneas: 304 e 444 com acabamento polido ou brilhante, para melhorar ainda mais a resistência à corrosão.

Banheiro

Lixeiras de banheiro, porta-toalhas, torneiras e acessórios de aço inox podem sofrer o ataque de líquidos e produtos orgânicos com maior ou menor poder de corrosão. Olho clínico e o trio água, sabão e detergente sempre. Mas não use água sanitária, pois contém cloro e pode danificar o inox.

Aço inox 304 e 444, mais recomendados devido a maior resistência à corrosão.

O Aço Inox no corpo humano

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Inox biocompatível

O parque industrial de implantes ortopédicos e instrumentos cirúrgicos – aquele que todo mundo gosta de saber que existe mas reza para nunca precisar – abrange uma cadeia de produtores que vai desde a produção de materiais básicos como o aço inox às beneficiadoras e fabricantes que alimentam hospitais, clínicas e consultórios dentários. Todos os agentes dessa cadeia precisam ter em mente que vão produzir uma peça mecânica, que será introduzida no corpo humano. “Dependendo do tamanho do grão, da encruabilidade, do polimento e da refusão, o perigo de contaminação exige cuidados”, alerta Paulo Diebe, o principal executivo da D&D Company, uma das mais atuantes transformadoras do setor. Além de aguentar o “tranco” do ataque biológico, as peças estão impedidas de carregar, em uma ou outra entranha intragranular, algum indesejável agente patogênico vivo.

Para um setor com pouco tempo de existência – pouco mais de três décadas – a bioengenharia brasileira andou com as próprias pernas e pode contemplar o limiar de janelas para o futuro como a realidade virtual com fins médicos e psiquiátricos, as nanotecnologias de incremento corporal, os implantes com identificação por rádio frequência e a telemetria esportiva com sensores enxertados no corpo dos atletas. E para atender a esse mercado em franco crescimento são utilizadas várias ligas em inox de alta tecnologia, como por exemplo o 316LVM - um aço com elevados teores de cromo, níquel e molibdênio. 

Ferramentas

Com um portfólio de milhares de produtos, as plantas industriais ofertam sistemas de placa e parafuso em aço inox para fixar fraturas ósseas, dispositivos para estabilizar e regenerar partes do esqueleto (as hastes bloqueadas), parafusos canulados para ossos esponjosos, para dar alguns exemplos. Mas como cada peça para prótese ou implante exige uma cirurgia, um kit com as ferramentas, também em inox, entra na linha de produção dessas empresas. Os kits são compostos por instrumentos, dispositivos e suportes em aços martensíticos 410, 420 e 440, austeníticos 302, 304 e 316, além do endurecível por precipitação 630 (17% Cr - 4% Ni PH).

Implantes ortopédicos

O aço inoxidável austenítico conformado (18% de Cromo – 14% de Níquel - 2,8% de Molibdênio) é o material mais usado na fabricação de implantes ortopédicos temporários e permanentes, tais como pinos, juntas, placas de fixação, parafusos e hastes intramedulares para correção de ossaturas fraturadas; é também muito utilizado em piercings. No Brasil, a excelente relação custo-benefício do inox, quando comparado a outros materiais como as ligas de titânio e cobalto, faz com que as produtoras optem por este material na confecção de peças com diversas formas e dimensões como rótulas femorais, juntas de joelho, cotovelo ou quadril e fios de fixação.

Proteção dentária

Profissionais de odontologia e cirurgiões-dentistas esperam o melhor dos equipamentos e linhas de profilaxia em aço inox na proteção de dentes e gengivas. As brocas, por exemplo, requerem precisão e alto desempenho com turbinas, peças de mão e contra-ângulo eficientes e duráveis. Algumas conveniências odontológicas colocam desafios como produzir cabeças de brocas minúsculas para odontopediatria, sprays triplos e giros livres de 360 graus. Os aços inoxidáveis aplicados em instrumentos odontológicos são os martensíticos 420 e 410, nos acabamentos 2B (brilhante) e 2D (fosco). A elevada dureza desses materiais permite uma maior precisão durante sua utilização nos consultórios.

Inox limpo

Para o setor de odontologia e medicina, as empresas transformadoras beneficiam barras para a produção de placas de próteses, arames e parafusos. Para esses tipos de aplicação, os teores altos de cromo e molibdênio garantem o nível de resistência à corrosão e limpeza apropriados à biocompatibilidade. De maneira geral, o aço inox apresenta uma relação custo-benefício bem melhor do que outros materiais. A Villares Metals oferta as classes VI138 (ASTM F138) e VI58329 (ASTM F1586) específicas para a aplicação.

Autoclave

Procedimento crucial para o destino dos pacientes, a esterilização de dispositivos médicos e outros materiais utilizados em procedimentos cirúrgicos depende da física térmica das partículas líquidas sob pressão a 134 graus Celsius. A autoclave, o equipamento que reproduz esse ambiente gasoso deve resistir à ação corrosiva do vapor sem liberar substâncias tóxicas e sem deteriorar a qualidade desse vapor. O material usado na construção das autoclaves deve apresentar resistência à corrosão por tensão e à corrosão intergranular, na luta sem fim contra a ameaça de infecção. Definidos como adequados pelas normas para esterilizadores a vapor, os aços inoxidáveis 316L e o 316TI com elevado teor de níquel (de 10% a 14%), são empregados ainda nas tubulações que conduzem o vapor para a câmara.

Instrumentos

Para atender o mercado de instrumentos para consultórios dentários a indústria entrega uma extensa linha de produtos confeccionados em vários materiais, mas os espelhos clínicos e os dappens (micro pratos para misturar substâncias) não podem prescindir do aço inox 304. As linhas de espátulas em aço inox 304 e as espátulas flexíveis (fitas em inox 301 com ponta em inox 420) introduzem forte apelo de design ao mesclar a facilidade de limpeza do aço inoxidável com materiais como o silicone e o alumínio anodizado. A resistência à corrosão por água ou vapor de água dos aços martensíticos está presente nos conjuntos de aspiração dos instrumentos endodônticos. A assepsia promovida pelo inox, que impede a proliferação de bactérias, figura na lista de propriedades exigidas na fabricação de aparelhos para dobrar e curvar limas.

Centro cirúrgico

“Aço sem mancha”. Essa seria a tradução literal do inglês stainless steel para o aço inoxidável. Tendo sido inicialmente utilizado na cutelaria, seu uso se expandiu e o caráter higiênico do inox ganhou imenso respeito até chegar ao centro cirúrgico (operating theater ou “teatro de operações”, em inglês). Hoje o inox está presente na mesa de cirurgia, na mesa de anestesia, nos aparelhos de iluminação, nos instrumentos e nas máquinas (medidores de pressão, de cauterização, coronárias e pulmonares) que fazem parte desse ambiente à prova de germes que recria um cenário para que a vida continue. A facilidade de limpeza do inox, similar à do vidro e da porcelana e muito superior à dos plásticos e do alumínio, dificulta a adesão de bactérias, ponto crítico para este tipo de aplicação. Os aços inoxidáveis Martensíticos 420 com acabamento 2B (brilhante), elevada dureza e boa resistência à corrosão, são utilizados em instrumentos cirúrgicos. Nas mesas de cirurgia o preferido é o inox austenítico 304 e nos revestimentos de paredes os ferríticos 430 ou 439, todos nos acabamentos brilhante ou polido.

A boa conduta

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Quem acorda todos os dias e pega o carro para a labuta nem sempre se dá conta da quantidade de objetos, máquinas e aparelhos que trabalham ou produziram para que o cidadão alcance o destino em segurança e padrões mínimos de conforto. A gasolina ou o etanol que movem os veículos, particulares ou coletivos, foi prospectada em campos de petróleo ou destilado em usinas que dependem do aço inox para a condução dos insumos. Os próprios veículos, carros e ônibus incorporam o inox na mecânica ou, em breve, na estrutura. Ao percorrer as ruas das cidades brasileiras, esse motorista ou passageiro pode vislumbrar uma paisagem urbana mais elegante e mais cômoda com elementos de mobiliário urbano como bancos e lixeiras ou grades e portões fabricados em aço inox. E na hora das refeições, se frequenta um restaurante ou os práticos caminhões de comida de rua (foodtrucks) se beneficiará dos padrões de higiene das instalações com inox. Por trás dessa aptidão para melhorar a vida das pessoas existe uma indústria produzindo um material em vários formatos – chapas, tarugos, telas e perfis – mas, nessa edição, elencamos o tubo, essa estrutura cilíndrica ou quadrada oca que leva e traz líquidos e gases ou sustenta. E assim a vida flui em frente.

Escapamento

A cena que antes era comum nas cidades brasileiras de canos de escapamento barulhentos, furados ou caindo aos pedaços virou coisa do passado. Isso porque partes do sistema de exaustão dos carros como o catalisador passou a ter em sua composição o aço inox. Por conter, no mesmo conjunto mecânico, uma parte fria e outra quente, o tubo de aço inox ajuda a diminuir a poluição e responde com vantagem às exigências termodinâmicas dos sistemas de exaustão automotivos. O coletor, o tubo de conexão primário e o catalisador da parte quente do sistema trabalham com o inox 441 e 439. Na parte fria, o tubo de conexão intermediário, o silencioso e o tubo de saída operam com o 439 e o 409. E todos os componentes recebem acabamento fosco.

Foodtruck

O mercado crescente dos foodtrucksou “caminhões de comida de rua” atrai legiões para os foodparkings (estacionamentos de foodtrucks), a ponto de mobilizar a indústria para fornecer produtos, como é o caso da Macom que lançou uma prateleira para carros de comida. Como o inox não reage aos compostos e aditivos presentes nos alimentos e bebidas, o material também protege o sabor dificultando a adesão de bactérias. Os aços mais utilizados nessa aplicação são o 430 e 304 em chapas e 439 e 304 em tubos, preferencialmente com acabamento brilhante.

Petróleo e gás

Na prospecção de petróleo e gás, condições severas de corrosão impelem ao uso de aço inox dúplex que exige tenacidade aliada à flexibilidade. O tubo de aço inox precisa ser resistente e, ao mesmo tempo, flexível para seguir os movimentos ondulatórios do oceano. Usinas termelétricas, residências, indústrias e veículos dependem do gás ou da gasolina para funcionar e tudo isso chega ao ponto de consumo por única via: um tubo firme com paredes finas. O aço inox dúplex 2304 é mais usado em tubulações de navios-tanques e tanques de estocagem, enquanto o 2205 fica submerso na lâmina d’água, extraindo o tempo todo.

Grades e portões

No final do século 19, em várias cidades brasileiras, as grades e portões de palacetes, casarões e mansões eram fabricados em ferro ou aço carbono. Agora, existem as portas, gradis e portões em aço inox, uma dádiva para os arquitetos e designers. Resistente ao fogo, o inox é fácil de limpar e exige mínima manutenção. E ainda aguenta firme o ataque dos vândalos e depredadores. Diferentes tipos de aço podem ser utilizados, como o 304 para regiões litorâneas e o 439 para regiões rurais.

Ônibus

A excelente relação custo-benefício associada ao longo ciclo de vida útil atrai países como a África do Sul para a fabricação de veículos coletivos com estrutura de aço inoxidável. Os tubos quadrados estruturais de inox 410 – mais esbeltos e nem sempre visíveis pelo passageiro – propiciam a redução do peso do veículo e auferem uma lista de vantagens como redução do consumo de combustível, maior capacidade de condução e menor esforço sobre a infraestrutura logística. Em breve, também nos grandes terminais de ônibus do Brasil.

Papel e celulose

Suporte de informações e material onipresente nas embalagens, o papel e o papelão celulósicos passam por vários processos até chegar às mesas de todos os nossos escritórios e lares. Os tubos de aço inox com costura longitudinal ou tubulões calandrados - em geral austeniticos 304 ou 316 - fazem com que os componentes orgânicos extraídos da polpa da madeira percorram distâncias quilométricas no transporte do insumo até o branqueamento e a aplicação de aditivos.

Usinas de açúcar

Os mais velhos lembram: há alguns anos no meio de um pacote de açúcar apareciam pontos negros. Eram partículas de aço carbono. Com o advento do uso do inox no processo de produção, isso foi eliminado. Antes de o caldo de cana virar xarope, o processo de produção de açúcar na usina passa pela fase da evaporação que retira três quartos da água contida no líquido. Para que isso aconteça é indispensável a presença de tubos pré-evaporadores e evaporadores – com aços inox ferríticos 439, 444, 410D e 304. Os aços inoxidáveis estão presentes em quase toda a cadeia de produção sucroalcooleira, da extração do caldo e cozimento até a condução de vinhaça.

Bancos e lixeiras

O mobiliário urbano em aço inox é resistente às intempéries climáticas e ambientais, mantendo seu aspecto de beleza e funcionalidade por décadas, com baixo custo de manutenção. No caso das lixeiras, a menor adesão às bactérias é uma dádiva; os bancos com espessuras menores, mais leves e com acabamento lixado: que conforto. Os aços mais recomendados são o 430, 439 e o acabamento brilhante e polido.

A onipresença do Inox

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A presença do aço inox nos mais variados setores da atividade humana é tão extensa e comum que a maioria de nós não percebe o quanto interagimos com esse centenário material, direta ou indiretamente, durante o dia a dia. Do acordar ao café da manhã, do almoço ao jantar, entre as atividades de casa e trabalho, até omomento de nos deitarmos, em algum momento, o inox está presente proporcionando conforto, saúde e bem estar.

Durável, resistente e higiênico, o inox tornou-se obrigatório em grande variedade de aplicações, que vão dos utensílios e eletrodomésticos ao transporte, indústria farmacêutica, de alimentos e bebidas, à arquitetura, energia, óleo e gás, papel e celulose, entre muitas outras. Não importa a utilização, o inox está presente tanto em parafusos aos gigantescos equipamentos das usinas sucroalcooleiras e das indústrias petroquímicas; ou nas tubulações de gás e carrocerias de modais de transporte, como o Metrô. Nesse sentido, o aço inox é referência em versatilidade, estética e um ícone da vida moderna.

E para provar que o inox tem mil e uma utilidades a Abinox apresenta um leque de aplicações que ilustram os atributos e a versatilidade.

Arquitetura

O inox na construção traz vantagens que vão da resistência à corrosão às facilidades de manutenção e higiene ao apelo estético. Suas propriedades mecânicas permitem a utilização de espessuras mais finas, sem comprometera resistência e criando substanciais reduções de custo. Projetos com mais de 60 anos, como o Chrysler Building, em Nova York, primeira obra em inox, são exemplos dessas qualidades. As ligas mais indicadas para a arquitetura levam em conta a baixa agressividade (tipos 430, 439, 304 e 304); a agressividade moderada (444, 2304, 316 e 316L) e a agressividade alta (2205 e 317L).

Extratores de grampos de papel

Em um escritório é indispensável o uso dos extratores tipo espátula. Esta pequena ferramenta, produzida pela indústria ACC, é feita com aço inox ferrítico AISI 430. O extrator propicia aparência brilhante, excelente rigidez (não deforma) e durabilidade (longa vida útil e conservação da aparência original), segundo o fabricante.

Maçanetas e dobradiças

Características como estética, durabilidade, ergonomia, usinabilidade e segurança foram levadas em conta pela fabricante Häfele, no desenvolvimento das maçanetas e dobradiças fabricadas em aço inox AISI 304. Nesse tipo de aplicação a liga de aço inox 301 também é indicada, pois possui propriedades mecânicas mais elevadas que as do 304, apesar da menor resistência à corrosão.

Saca-rolhas

Em lâminas de tesouras, saca-rolhas e facassão usados o inox AISI 420. Suas aplicações são em peças e componentes que exigemalta dureza, resistência mecânica e resistência à abrasão ou erosão. Devido aos elevados teores de elementos de liga, possuem alta temperabilidade.

Parafusos

A maresia é um fator de agressão ambiental que causa a corrosão defixadores e pode impactar na segurança das pessoas que vivem em cidades litorâneas. Por isso, os parafusos de aço inox representam maior segurança na fixação de peças e equipamentos, sejam eles em residências ou na indústria. No uso geral são indicados os aços AISI 304e AISI 316. Para atender esse mercado, a empresa Inoxpar produz a linha de elementos de fixação especiais em aço inox da série 300 e 400 apresentado nas medidas que variam entre 1/8” a 5” de diâmetro.

Panelas e talheres

Aços inoxidáveis em aplicações que envolvam contato com alimentos são garantia de uma superfície inerte e fundamentais para a manutenção da conservação dos alimentos. Por outro lado, a superfície lisa do inox facilita a limpeza uma vez que dificulta a adesão de resíduos. A Tramontina informa que nesses produtos são usados o inox AISI 304. Já os aços da linha 4XX (AISI 430 e 439) também têm sido bem aceitos.

Torneiras

As torneiras fazem parte da higiene no dia a dia das pessoas, por isso são peças fundamentais nas edificações. Nas torneiras embutidas Decalux, da Deca, a liga utilizada é o aço inoxidável AISI 304. Segundo a empresa, o aço inoxidável é essencial na composição das torneiras, pelo fato do produto ser instalado em locais bastante úmidos e, nesse tipo de ambiente, o aço inox garante alta resistência contra a corrosão sempre, mesmo com o passar do tempo. Além da facilidade de limpeza e resistência à proliferação de bactérias.

Fogões e geladeiras

Os fogões e geladeiras da Brastemp utilizam as ligas 430, 430DDQ, 439 e 304. Nas mesas dos fogões usa-se, geralmente, o aço 430 devido à elevada condutividade térmica, aliado ao acabamento superficial brilhante (2B). Já no corpo do fogão, onde envolve processo de soldagem, é indicadoo aço 439 com acabamento lixado (No4). Nas geladeiras é muito aplicado o aço ferrítico 439 com acabamento Satin Finish (lixamento acetinado) e revestimento anti-fingerprint, que confere ao inox aproteção contra marca de dedos. Além disso, o aço ferrítico magnético permite à dona de casa colocar na porta os habituais “imãs de geladeira”.

Coifas

A função do inox nas coifas é estrutural, estética e funcional, segundo a empresa Falmec, que utiliza nos produtos o aço inox AISI 430.

Mobiliário urbano

Da lixeira à parada de ônibus, dos bancos de praças, quiosques, equipamentos de ginástica e de lazer às bancas de jornal, o inox vem se tornando cada vez mais presente no mobiliário urbano das cidades brasileiras. Em ambiente rural e urbano com baixo índice de poluição são indicados o aço inox 430 ou 439 nos acabamentos lixado (No 4), brilhante (2B) ou polido (BB). Em ambientes litorâneos ou industriais são utilizados aços inox com resistência à corrosão superior, como o 304 e 316 com acabamento polido (BB).

Relógios de pulso e canivetes

A marca suíça Victorinox aposta há anos na resistência, versatilidade eestética do aço inox dos clássicos canivetes suíços, que foram lançadosem 1897, aos relógios de altíssima qualidade, beleza e design. Em 2014, a marca lançou, para comemorar seu 130º aniversário, o relógio I.N.O.X.

Móveis residenciais

A empresa carioca Palmetal, que desenvolve uma linha residencial utiliza o aço inox AISI 304. O uso do inox é fundamental porque garante qualidade estética e grande resistência à corrosão, principalmente em ambientes litorâneos. Para ambientes internos são indicados, além do AISI 304, os aços inox da linha ferrítica 430 e 439 que possuem um custo mais acessível.

Joias

A cidade de Limeira, em SP, é omaior polo produtor de joias da América Latina tendo o aço inox como insumo de boa parte dessaprodução. Na fabricação de joias, os aços inox 430 ou 304 são os mais utilizados no acabamento brilhante (2B) ou polido (BB).

Usinas sucroenergéticas

Nas usinas de açúcar, onde se exige maior resistência à abrasão, são utilizados o inox AISI 410, que confere à aplicação elevada resistência mecânica e boa resistência à corrosão. Além disso, o AISI 410 é uma excelente opção para substituição de materiais em aplicações estruturais, tais como o aço carbono, galvanizados ou aluminizados devido a sua menor manutenção e maior ciclo de vida útil. Nos tubos de trocadores são indicados os aços AISI 439, AISI 441 e AISI 444, devido ao baixo coeficiente de expansão térmica, proporcionando uma maior resistência à oxidaçãoe à fadiga térmica.

Captação solar

Devido à constante exposição ao tempo e à comprovada resistência do açoinox à corrosão, o material, em sua maioria do tipo AISI 304, vem sendo bastante utilizado, em formato de lâminas finas. A aplicação se dá nas estruturas dos painéis fotovoltaicos utilizados por indústrias, empresas, residências e prédios comerciais na geração de energia proveniente de uma das matrizes mais sustentáveis existentes hoje no mercado.

Instrumentos hospitalares

As ligas mais utilizadas em instrumentos médicos, hospitalares, odontológicos e laboratoriais são o AISI 304 eAISI 316, para aplicações quenão envolvam corte, e os açosAISI 420 para aplicações ondeenvolvam corte, pela elevadadureza do material. Nessesetor o aço inox se destacapela assepsia, nafacilidade dehigiene e limpeza.

Corrimãos e guarda-corpos

A sede da Fecomércio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) é exemplo decomo o inox agrega valor na composição dos ambientes – que vão dos corrimãos das rampas de acesso aosrevestimentos das escadas rolantes do hall. Para corrimãos, os aços mais comuns utilizados em ambientes internos sãoos 430 e 439, nos acabamentos brilhante (2B), polido (BB) ou lixado (No4). Em ambientes agressivos ou externos são indicados os aços 444 ou 316 nos acabamentos polido (BB) ou lixado (No4), pela elevada resistência à corrosão.

Bicicletas

Em alta em várias cidades brasileiras, as “magrelas” possuem peças que são feitas em aço inox, como os cabos de freio, orotor dos discos de freio, os raios e niples das rodas. Nas bicicletas Caloi, o aço inoxé usado em vários componentes da linha Performance. Um exemplo são os rotores ou discos de freio dos modelos Caloi 29 Disc e Caloi Elite 30. Pelo fato de ser utilizado em espessuras mais finas, o aço inox deixa as bicicletas mais leves.

Elevadores e escadas rolantes

O inox AISI-304 e AISI-441 são os mais utilizados pela fabricante multinacional alemã, Thyssen Krupp Elevadores. Segundo a empresa, o inox enriquece o visual do produto egarante a qualidade do acabamento em todos os tipos de ambientes. Em geral, nas cabinas e painéis de elevadores e escadas são utilizados os aços inoxidáveis 441 e 439, com acabamento lixado. Em ambientes mais agressivos, os indicados são o 444 ou 304 em acabamento lixado.

INOX NO MUNDO

TRADUÇÕES ABINOX

Aço inoxidável - benefícios para pessoas da 3ª idade

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Produzido pelo ISSF (International Stainless Steel Forum)

PARTE 1: Por que o Aço Inox na Agropecuária?

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Dos baldes aos equipamentos de ordenha de alta tecnologia, o aço inoxidável desempenha um importante papel na agropecuária.

PARTE 2: Cercas, portões e divisórias

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O uso do inox está presente nas cercas, portões e divisórias em edificações agrícolas.

PARTE 3: Alimentação de animais

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Conformabilidade e soldabilidade são requisitos básicos para a fabricação de equipamentos voltados para a alimentação de animais. A facilidade de conformação de um material metálico é representada pelo seu alongamento até a ruptura.

PARTE 4: Fornecimento de água para animais

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Em um esforço para proporcionar um fornecimento constante de água limpa e oxigenada que maximize o desempenho da produção pecuária, o aço inoxidável tornou-se comum em sistemas de abastecimento.

PARTE 5: Equipamentos elétricos e mecânicos

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As condições atmosféricas corrosivas na pecuária fazem do aço inoxidável um material apropriado para equipamentos de aquecimento e ventilação.

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